Tags sem limite
O plano gratuito deles limita tags a 6. No PushMesh, tags não têm limite em nenhum plano — nem no Free. Segmente por comportamento, plano ou cidade: a régua é a sua, não a nossa.
A API de compatibilidade fala o formato clássico de push: no servidor, você troca o endpoint e a chave. E cada envio volta com um recibo real do aparelho — prova de entrega, não estimativa.
O OneSignal avisou os clientes: o plano gratuito passa a limitar o push mobile a 1.000 usuários ativos no mês — quem ultrapassa o teto é convidado a pagar. Se a sua base está acima disso, esta página é o mapa de saída.
Só o que o anúncio deles apertou — sem número inflado, sem asterisco.
O plano gratuito deles limita tags a 6. No PushMesh, tags não têm limite em nenhum plano — nem no Free. Segmente por comportamento, plano ou cidade: a régua é a sua, não a nossa.
O padrão do mercado é informar “enviado”. O PushMesh confirma que a mensagem chegou ao aparelho: cada envio volta com um recibo assinado, e a sua métrica de entrega vira fato, não estimativa.
Sem assinatura base: você paga por usuário ativo no mês, em blocos, com o preço público congelado na fatura. Os primeiros 1.000 usuários ativos são gratuitos todo mês, em qualquer plano — e esse teto é dinâmico: alteramos no painel, sem deploy.
O retrato honesto do esforço: baixo no servidor, médio no app — e uma etapa que ninguém automatiza.
O /api/v1 do PushMesh aceita o formato clássico — include_player_ids, contents, included_segments e companhia. Envio, consulta e relatórios saem no formato que você já usa.
O pacote muda e a inicialização muda — o resto do código continua igual. Tags, gatilhos e permissão têm equivalente direto no nosso SDK.
Ninguém migra base de aparelhos por chave de API: os aparelhos entram conforme os usuários atualizam o app. É um período, não um comando — e o guia mostra como atravessá-lo.
Crie a conta, registre o app e dispare o primeiro push com recibo. Até 1.000 usuários ativos no mês são gratuitos.
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